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Três séries sobre relações humanas que merecem a sua atenção

Escrever o meu primeiro texto para o Blog da Cuplover me fez pensar que, além de viver e admirar as conexões e memórias entre as pessoas, também gosto de ver isso, ainda mais através de séries, que podemos nos aprofundar e acompanhar mais cada história.
Com carinho, separei três séries que me fizeram sorrir e chorar justamente por serem tão humanas e empáticas. Além de toda reflexão sobre vida e relações que elas proporcionam, a empatia e envolvimento com os personagens é inevitável. Então pode ir se preparando desde já, fazendo um balde de pipocas e separando a caixa de lenços, porque essas maratonas serão emocionantes.

 

GREYS’S ANATOMY

Eu sei que você com certeza já ouviu falar dessa série, talvez ela até possa parecer só mais uma série sobre drama. Mas Grey’s Anatomy faz com que a gente mergulhe de cabeça no que é real, as relações entre pessoas. A trama central gira em torno da personagem Meredith Grey, uma interna de cirurgia do Hospital Escola Seattle Grace. O hospital serve de plano de fundo para as relações da equipe de cirurgia e seus pacientes. De situações complicadas e complexas com os pacientes à problemas familiares, tudo isso transparece a cada episódio. Por um momento você pode até pensar que é muito drama, até se dar conta de que a vida real pode ser exatamente isso, colapsos e alegrias em vários segmentos da vida e a tentativa de viver e lidar da melhor forma. Todos os episódios são narrados pela protagonista e começam e terminam com uma reflexão sobre as situações do episódio ou do momento da personagem. Dos pacientes aos médicos, é impossível não sentir e viver a série, e principalmente refletir sobre as relações humanas. A série é um fenômeno e está no ar há 13 anos, e você pode conferir as 13 primeiras temporadas no Netflix. A 14º temporada deve chegar ao serviço de streaming logo após a estreia nos EUA da 15º temporada, como de costume. Além de também ser bem fácil de encontrar na internet.

“Não dá para saber qual dia será o mais importante da sua vida. Os dias que você pensa serem importantes nunca atingem a proporção imaginada. São os dias normais, os que começam normalmente que acabam se tornando os mais importantes.”

 

 

THIS IS US

Essa série é diferente da maioria das outras, This is Us vem na contramão de tudo que vemos nas séries dramáticas hoje em dia. Como o nome já diz, trata de como os personagens são no coletivo e individualmente, e nada mais. Sem idealizações e personagens que virão heróis, This is Us traz a vida como ela é através dos dilemas e conflitos. A série começa com 4 pessoas que compartilham o mesmo dia de nascimento, o pai, Jack,  e os filhos, Randall, Kate e Kevin. A série apresenta o passado, com Jack e Rebecca criando os três filhos, da infância a adolescência, e o presente com os filhos já adultos na casa dos trinta. Cada qual com suas próprias batalhas internas, os três irmãos compartilham dificuldades, alegrias, dramas familiares uns com os outros. Além de os personagens secundários também serem incríveis, This is Us trata com maestria e naturalidade as questões da vida. Sempre contextualizando o presente com eventos do passado, a série faz com que a gente se familiarize e se sinta na pele dos personagens. Apesar de não estar disponível no Netflix, ela é facilmente encontrada na internet e com certeza vale sair do conforto do serviço de streaming para vivenciar essa série.

“A vida é cheia de cor. E cada um de nós chega e acrescenta a sua própria cor no quadro. E embora o quadro não seja muito grande, você tem que perceber que ele continua para sempre, em todas as direções.”

 

 

SENSE8

Você pode até achar que Sense8 não tem nada a ver com essa lista, mas a primeira impressão que temos com essa série é bem diferente do que ela realmente é. Apesar de ser um drama de ficção científica, o fator determinante de Sense8 são as relações interpessoais. A série acompanha oito pessoas de diferentes lugares do mundo que começam a fazer parte de algo que pode parecer como um cérebro coletivo, se tornando os sensates. Eles passam a compartilhar pensamentos, experiências, angústias, sentimentos, além de que a nova condição acaba deixando a vivência dos oito personagens muito mais sensível. Sem comportamentos ideais, os protagonistas são pessoas reais, com defeitos, qualidades, problemas e seus próprios demônios para lidar. Além disso tudo a série se passa em vários lugares do mundo, como Quênia, Irlanda, Islândia, Estados Unidos, Coréia do Sul e até mesmo no Brasil. Nem só dos personagens principais vive Sense8, os personagens secundários são tão cativantes e instigantes quanto os sensates, fazendo a gente esquecer que não fazem parte do círculo principal. Se não bastasse tudo isso, a série vem com uma mensagem clara e forte de “seja você mesmo sempre”, inspirando o entorno a sempre ser quem é, mesmo quando o mundo não te aceita. A série tem apenas 2 temporadas e está disponível no Netflix e também pode ser encontrada na internet.

“A verdadeira violência, a violência que percebi que era indesculpável, é a violência que fazemos com nós mesmos, quando temos medo de ser quem realmente somos.”

Essas são as três séries que mais me fazem pensar e refletir sobre relacionamentos e pessoas, cada uma delas conquistou um pedacinho do meu coração com personagens cativantes e roteiros que questionam a vida, e tenho certeza que também vão conquistar o de vocês. <3

 


 

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Memórias e Conexões

Recebi uma tarefa muito especial essa semana, criar uma matéria para o Blog da Cuplover. Como o tema era livre, escolhi um tema muito especial para qualquer pessoa sonhadora que se permite tocar e ser tocada.

Então você pode fazer seu chá favorito para acompanhar essa reflexão sobre memórias e conexões.

Desde muito pequena eu tento entender porque estamos todos juntos dividindo o mesmo espaço-tempo, por que não um século antes ou três séculos depois. Mas sim todos juntos agora. Claro que para uma menina sonhadora e pensativa essa não era a única questão na qual eu pensava, sempre me perguntei porque memorizamos o que memorizamos e o porquê delas nos marcarem tanto. 

Durante muito tempo acreditei que precisava de uma resposta concreta para essas questões até o dia que ouvi um ditado que diz: “O que importa é a jornada e não o final”, meu avô me disse isso quando eu tinha 14 anos enquanto me mostrava as rosas do jardim. Desse dia em diante passei a ter como visão de mundo, que apesar dos apesares, o bonito dessa vida é se conectar e criar memórias.

A vida como ela é nos faz passar por diversas situações nas quais pensamos que perdemos a fé em nós mesmos ou até mesmo no mundo. Mas somos parte da raça humana e estamos envoltos por sentimentos como paixão, amor e esperança. Fazem parte da nossa criação enquanto pessoas e parte fundamental da forma como vivemos, tudo faz parte de algo cíclico, no final do dia são as conexões que fazemos com quem amamos e quem está ao nosso redor que contam. O ciclo de amor e conexão é como o universo, não sabemos onde começa nem onde termina, mas sabemos que está lá.

Quem não lembra de alguma tarde chuvosa e gostosa na qual comeu bolinho de chuva com os avós, ou quando finalmente retirou as duas rodinhas da bicicleta e conseguiu andar sem auxílio. Do bom dia do cobrador de ônibus que mudou aquele dia que não começou tão bem até ao nascimento de um filho, somos impregnados de memórias e conexões que nos fazem pensar no quão gratos somos por estarmos vivos agora. Somos nada mais, nada menos do que um conjunto de lembranças e marcas que colhemos ao longo da vida.

Hoje parto do princípio de que se estamos todos aqui é para que a gente se conecte de alguma forma. Somos pessoas, acima de sermos chefes, empregados, irmãos, pais, filhas, tias, amigas, colegas de trabalho. Somos seres humanos que exercem seu maior dom, se conectar. Criamos memórias e lembranças com quem amamos, criamos marcas, criam marcas em nós. A coisa mais valiosa que podemos deixar nesse mundo é a nossa marca nas pessoas que amamos e que nos amam, porque a vida é isso, são as pessoas que amamos e prestigiamos.

 


 

 

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